Quase um ano após o assassinato de Márcia Anália, de 24 anos, o julgamento de Josué Viana, ex-companheiro e réu confesso, começou nesta segunda-feira (31) em Parnamirim. O crime aconteceu na madrugada de 24 de abril de 2024, em Santa Tereza, quando Anália foi morta com mais de 20 facadas, principalmente no pescoço. Segundo Zico Moura, advogado da família, o ato foi premeditado e cruel, com Viana esperando a vítima dormir para atacá-la.
Josué confessou o feminicídio, justificando-o por ciúmes, alegando que Anália teria um caso com um colega de trabalho. A família dela nega a acusação, e o advogado teme que a confissão possa reduzir a pena do réu. “Queremos justiça por esse crime covarde”, declarou Moura.
O corpo de Anália foi encontrado por sua mãe, Valéria Felizardo, em um quarto da casa onde morava. Emocionada, ela descreveu a cena: Anália estava de bruços, esfaqueada, com o ventilador ligado e a porta fechada, em um cenário de horror. Valéria tentou socorrê-la, mas a jovem já estava sem vida.
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